local_library One Piece: vale a pena começar? (sem spoilers)

Publicado por: Ciclista - Há: 4 meses atrás
Categoria: Resenhas



N Staff N

 

Devo lembrá-los que One Piece é uma vasta obra e, portanto, já houve diversas equipes envolvidas em todo o andamento tanto do mangá quanto do anime, por isso vos trouxe sensatamente apenas uma sucinta parcela dos nomes, de acordo com a atualidade.

 

 

N Sinopse N

 

Houve um homem que conquistou tudo aquilo que o mundo tinha a oferecer, o lendário Rei dos Piratas, Gol D. Roger. Capturado e condenado à execução pelo Governo Mundial, suas últimas palavras lançaram legiões aos mares. "Meu tesouro? Se quiserem, podem pegá-lo. Procurem-no! Ele contém tudo que este mundo pode oferecer!". Foi a revelação do maior tesouro, o One Piece, cobiçado por homens de todo o mundo, sonhando com fama e riqueza imensuráveis... Assim começou a Grande Era dos Piratas!

 

N Informações/Status N

 

Estreado em: 1997 (mangá) e outono de 1999 (anime)

Autor: Eiichiro Oda

Estúdio: Toei Animation

Gênero: Shounen, Fantasia, Aventura

Status: em exibição

Episódios: 884

Volumes: 93


     Breve descrição dos protagonistas

 

  • Monkey D. Luffy - Capitão da tripulação do Bando do Chapéu de Palha, almeja ser o Rei dos Piratas. É também detentor da Gomu Gomu no Mi, tornando-se capaz de se esticar como um homem-borracha.

 

  • Shanks - Capitão dos Piratas do Ruivo e ex-membro dos lendários Piratas do Roger. Shanks é o capitão que inspirou Luffy em sua jornada como pirata.

 

  • Roronoa Zoro - Um dos espadachins da tripulação do chapéu de palha, conhecido por ser usuário do estilo Santoryu (Estilo das Três Espadas).

 

  • Nami - Famosa por ser a " Gata-Ladra ", é uma pirata navegadora dos Chapéu de Palha.

 

  • Usopp - É o atirador dos Chapéu de Palha, ex-capitão do pequeno grupo 'os Piratas Usopp'.

 

  • Sanji - Cozinheiro dos Piratas do Chapéu de Palha, assim como ex-chefe do Baratie, o restaurante em alto mar.

 

Há ainda pelo menos outros 4 protagonistas que não apresentar-lhes-ei, pois suas aparições são mais tardias; não é de meu intento transparecer spoilers durante esta resenha, por mais egrégios que sejam os outros personagens.


    One Piece, estreado na televisão brasileira entre 2006 e 2009 pela Cartoon Network e posteriormente pela SBT, infelizmente não foi uma atração de tanto sucesso quanto Naruto e Dragon Ball em nosso país. Ainda não vi um acordo universal, mas sua impopularidade se dá, provavelmente devido à infantilização desnecessária do anime, pois a obra era licenciada pela 4Kids, que censurou o anime de uma forma tão desprezível que, por vezes, comprometia até mesmo o enredo original, alguns exemplos são: cenas do Luffy com a bocona aberta foram retiradas, armas de fogo originais substituídas por armas infantis e coloridas, cigarro do Sanji alterado para um pirulito, entre outros.

 

      A versão dublada possui 52 episódios e está, inclusive, disponibilizada em nosso site (links no final da resenha). A dublagem em si é aceitável, por mais que você talvez esteja acostumado com a versão japonesa, tinhamos alguns grandes nomes nesta equipe, como Wendel Bezerra (Sanji), Fábio Lucindo (Chopper) e Wellington Lima (Capitão Kuro). Porém, nos dias de hoje, a chance da obra abrasileirada retornar são demasiadamente baixas, principalmente à TV aberta, já que a partir de 2014 foi reformulada e posto em vigor o conjunto de leis referentes à publicidade infantil, cuja dificulta bastante o trabalho de publicitários do ramo e, por conseguinte, torna-se praticamente inviável que nossas emissoras abertas invistam novamente em desenhos animados. Já no caso da TV por assinatura, simplesmente o visual de One Piece, ao menos no período pré-timeskip, está deveras ultrapassada, contrapondo-se ao padrão dos desenhos mais modernos, que possuem uma maior resolução, como 'Apenas um Show' e 'Hora de Aventura'.

 

      O mangá, por outro lado, é um sucesso no Brasil desde 2002, inicialmente publicada pela Conrad Editora e, a partir de 2011, com a Panini, que adquiriu os direitos do mangá e começou a publicá-lo de 2012 em diante. A seguir apresentarei seus prós e contras de forma realista, e comentarei se tu deves ou não dar um voto de confiança para a obra.

 

Nota: durante a resenha, usarei algumas vezes o termo timeskip; quando digo pré-timeskip me refiro ao anime antes do episódio 517 (equivalente ao capítulo 598), e pós-timeskip, obviamente, daí adiante.


                                                                           Pontos positivos                                                                                 

 

Eiichiro Oda é realmente um mestre: ele não só criou um imenso universo fruto de sua peculiar imaginação, como também o conhece com maestria. A forma como os cenários e os personagens secundários são apresentados e posteriormente, após centenas de episódios, os pontos reconectam-se com a trama é fascinante (exemplo: Brooks + Laboon).

 

• Personagens Carismáticos: quem viu minha resenha de FT, talvez lembre que lá coloquei algo parecido com isso, mas devo salientar que One Piece é, provavelmente, o que mais se destaca em bons personagens entre todos os grandes shönens e, diferente de Fairy Tail, essa qualidade não está somente entre os principais. Se você é um dos que ainda não assistiu a série, aposto que já tenha visto alguma imagem do Zoro, Ace, Shanks ou qualquer outra figura, e tenha achado eles badass somente por suas aparências. Para os que já assistem, comentem o personagem favorito de vocês, particularmente gosto de ver o Brooks, apesar de eu não ter olhos, yohohoho!

 

• Ótimas trilhas sonoras: as trilhas sonoras de One Piece, em especial as usadas para as batalhas, são excepecionais e encaixam-se perfeitamente no que está acontecendo.

 

Hierarquia de Poderes: na obra, temos uma maneira representativa de perceber quão forte é o personagem, que é verificando a sua recompensa. Pode-se dizer que eles não são 100% precisos, por vezes podem estar até desatualizados, mas são bons índices. Ademais, é através das recompensas que você constata a evolução dos personagens, os quais obtém valores maiores conforme o tempo e seus feitos.

                                                                         Pontos negativos                                                                                  

 

Mortes: Além de serem escassas na série, em muitos casos os personagens que você odeia permanecem vivos e os que você se apega podem morrer a qualquer momento. Se decidires começar One Piece, lide com isso. Falando em morte, é bem possível que Eiichiro ou você morra antes do término da obra, rs.

 

Enrolação: entre os shönens, One Piece é o campeão em enrolar. Arcos que duram cerca de uma centena de episódios podiam muito bem ser condensados em apenas setenta, mas devido ao ritmo lento e a aparente necessidade de fazer com que várias subtramas aconteçam ao mesmo tempo, isso não ocorre. Pelo menos não há tantos fillers quanto a saga de Naruto.

 

Ausência de boas openings e endings: auto-explicativo, o anime não tem openings tão marcantes como DragonBall ou Naruto, e quase não há endings na série.

 

Design Feminino e Fanservice: pensei em deixá-los em pontos diferentes, mas já que trata do mesmo tema, resolvi agrupar ambos. Se você diz que os asiáticos se parecem, é porque você não viu as garotas de One Piece. O design feminino, principalmente pré-timeskip, deixa a estrutura facial das personagens femininas praticamente idênticos, geralmente mudando apenas a coloração de seus cabelos. Além disso, especialmente a partir do arco CP9, as personagens são desnecessariamente sexualizadas em cenas delicadas e, pós-timeskip, os seios da Nami e da Robin foram excentricamente aumentados, e olha que a Robin já os tinha de bom tamanho. Quero dizer, isso pode não ser tão ofensivo às meninas que assistem OP, mas talvez deixem-nas desnecessariamente desconfortáveis.



      Começando pelos pontos negativos: você não perceberá logo nos primeiros arcos, mas One Piece tem um ritmo vagaroso, principalmente porque seu estúdio atende à um prazo semanal muito apertado sem atrasos e pausas, e isso afeta o desenvolvimento da série. Em compensação você terá arcos mais detalhados; antes isso do que ter que assistir seus fillers que, sinceramente, são os piores que eu já vi, recomendo-te a pulá-los, sério, quase nenhum salva. Sobre o ritmo ainda, as aberturas contém a música completa, ou seja, cobrem 3 minutos do episódio, acrescentado da introdução e da recapitulação do episódio anterior, então você só tem uns 18 minutos de " conteúdo novo " por episódio. Além disso, a Toei Animation preza a quantidade ao invés da qualidade, portanto os episódios, em sua maioria, não terão animações acima da média, infelizmente. Lembrando que nenhum desses problemas ocorrem no mangá.

 

      Como de costume, o mangá é superior ao anime em diversos aspectos, mas isso não quer dizer que não há nenhum profissionalismo no anime. As batalhas travadas são sim bem animadas, além de terem ótimas trilhas sonoras de fundo. A dublagem também merece elogios, a possibilidadade de ver seus personagens favoritos com excelentes vozes é enaltecedor. O fato da animação favorecer a interação entre os personagens faz com que hajam mais cenas impactantes e hilárias. Abaixo temos um exemplo de cena cômica que podes ver sem preocupação de spoiler, pois não é uma cena relevante.

 

 

      O galgar dos episódios quase sempre são recheadas de cenas engraçadas como essa, isso porque, assim como Chaves, cada personagem tem pelo menos um estereótipo cômico: Luffy é insensato, Zoro é perdido, Nami é obcecada em dinheiro, Usopp é medroso e Sanji é mulherengo. De forma análoga à Chaves, as piadas se repetem e mesmo assim continuam engraçadas, por incrível que pareça. As personalidades dos personagens, inclusive dos secundários, costumam ser exóticos, reforçando o convívio descontraído da tripulação.



      A minha parte favorita de One Piece é a longa fase de recrutamento dos membros da tripulação: nunca um pirata é recrutado a partir do nada, Luffy acaba encontrando-os em alguma ilha, passa por alguma trama envolvendo-os e, de acordo com seus potenciais e a necessidade do navio, convida-os para o grupo. O mais legal é que os " passados " dos personagens não são recapitulados, e sim vividos, em via de regra o período mais importante de suas vidas foi o que passaram ao lado de Luffy antes de embarcarem, todos são descascados como as camadas duma cebola.

 

      De alguma forma, pode-se dizer que Luffy tem também um bom senso de benigdade, embora seja um pirata, portanto ele não convida pessoas más para o bando: Zoro foi um caçador de piratas condenado pela marinha, mas Luffy enxergou que no fundo ele havia um bom coração, além de ser habilidoso, então hoje ele é seu imediato. O capitão tem também uma baita sorte, pois conseguiu todas as funções que seu navio necessitava, e todos eles são exímios lutadores, facilitando bastante suas perigosas aventuras em alto mar.

 

      Todo esse parâmetro invertido onde a marinha e o governo em geral são retratados como vilões enquanto os piratas representam, hmm, eu não diria o bem, mas rebeldes neutros que romperam com a corrupção governamental só demonstra a inclinação de caráter weberiano de Eiichiro Oda, o qual em sua própria definição diz que o Estado só pode existir quando há obediência à autoridade de um grupo dominante e essa relação está fundada na violência legítima legalmente reconhecida. Quem já leu 'Capitães de Areia' do romancista baiano Jorge Amado, se identificará com a anástrofe de qualidades. Assuntos como escravidão, tráfico de seres humanos e racismo são tênuamente abordados durante a série, direta ou indiretamente.

 

      Como tudo na vida, One Piece tem seus pontos negativos, o que não ofusca a sua relevância enquanto obra-prima. É um enredo que te fará rir, chorar, inspirar-se, decepcionar-se, surpreender-se, indignar-se, arrepiar, apertar os próprios punhos, ou resumindo, apreciar.


A partir daqui farei uma breve review dos dois primeiros mini-arcos (até o episódio 8), portanto terão pequenos SPOILERS, pule para o próximo tópico caso assim prefira.

 

 ARCO 1.1 - Romance Dawn (episódios 1-4) 

 

      O anime começa com nosso grande herói Monkey D. Luffy " navegando " dentro de um barril, até que é apanhado por um navio pirata, onde conhece Coby, seu primeiro grande amigo e Alvida, a primeira vilã da série. A navegadora Nami também aparece neste episódio. Posteriormente, os olhos de Luffy brilham ao conhecer o primeiro potencial membro de sua tripulação, Zoro. O capitão então faz diversas chantagens aproveitando-se de sua situação fragil  e decide trazê-lo independente da escolha do caçador-de-piratas.

      A partir do terceiro episódio, Morgan, antes de travar uma batalha com a dupla, dá uma breve explicação do que são as Akumas no Mi, ou em português Frutas do Diabo. Saindo da ilha como heróis destemidos, Luffy consegue o seu primeiro companheiro e vislumbres de seu passado vão à tona, explicando de onde vem o seu precioso chapéu e como ingeriu a Gomu Gomu no Mi. Shanks e sua tripulação são apresentados e descobrimos também o porquê da Nami ser conhecida como a gata-ladra.

 

East Blue é a saga introdutória de One Piece. Este primeiro mini-arco basicamente nos apresenta a Monkey D. Luffy, e ao seu poder de homem-borracha, e ao Zoro, com sua reputação de alguém poderoso, sanguinário. Mostra-nos também que a marinha está corrompida, coberta de más atitudes como o abuso de autoridade e a tirania, a própria população sente-se amedrontada, mas que ainda há pessoas como Coby que deseja a redenção das forças governamentais.


 ARCO 1.2 - Orange Town (episódios 4-8) 

      Luffy chega à uma nova cidade de carona com um pássaro e se depara com uma garota de cabelo alaranjado e olhos castanhos claros. Nami a princípio usa Luffy como prisioneiro para furtar o mapa da Grand Line. No mesmo episódio Luffy conhece o capitão Buggy, que é provavelmente o vilão mais forte até então. Já o sexto episódio foi dedicado à amarga história de um cachorrinho chamado Chouchou.

      Zoro luta com Cabaji, o segundo mais forte da tripulação de Buggy, enquanto Luffy vai atrás de Buggy e descobre o seu passado como tripulante do mesmo navio de Shanks. Temos (quase que) oficialmente um bando de piratas, agora com um capitão, um espadachim e uma navegadora.

 

Sempre me diverte ouvir " fãs " bobos julgando o visual arcaico, esquecendo-se que o anime foi lançado no século passado. Para a época não estava nada mal, diga-se de passagem. Ainda assim, uma das críticas válidas que ouço é que a obra é cercado por cenas e até poderes bobos, o que torna-o contraditório porque sabemos que One Piece não é feito para crianças. Ademais, esse arco foi importante para a apresentação de novos personagens e o entendimento de quem realmente é Monkey D. Luffy.


   CURIOSIDADES   

 

Há parques, exposições e restaurantes com a temática de One Piece espalhados pelo Japão.

 

     Uma boa curiosidade para os fãs de One Piece, é que eles podem vivenciar o seu anime favorito que transcendem o mangá e o anime, principalmente se estiveres disposto à viajar até o Japão. Aqui está um demonstrativo de como são feitas essas homenagens.

 


Luffy será um dos embaixadores dos jogos olímpicos de verão de Tóquio em 2020.

 

      Para ampliar ainda mais o alcance global dos animes, uma das suas " exportações " mais lucrativas, Tóquio anunciou que vários personagens de anime serviriam como seus embaixadores olímpicos. De acordo com a ANN, os embaixadores oficiais são Astro Boy, Sailor Moon, Shin-chan, Luffy, Naruto, Jibanyan, Goku, Cure Miracle e Cure Magical.

 


Oda revelou a nacionalidade correspondente para cada um dos membros da tripulação de Luffy

 

      Aqui, claro, só irei expor a nacionalidade dos protagonistas que apresentei, justamente para evitar spoilers ao máximo. Se ficaste curioso para saber o país-origem do restante, deves pesquisar por conta própria.

 

Luffy - brasileiro

Zoro - japonês

Nami - sueca

Sanji - francês

Usopp - sul-africano

   NOTÍCIAS   

 

One Piece ganhará OVA spin-off: Wanted! Romance Drawn 

(Sakurairo)

 

Mangás mais vendidos no Japão no primeiro semestre de 2019 

(AleisterCrowley)

 

Trailer de One Piece Stampede 

(Chris)


      Em suma, vale a pena assistí-lo? Sendo bem franco, se você nunca gostou de nenhum outro shönen por achá-los infantis ou bobos, as chances de não gostares de One Piece também são altas. Eu, por exemplo, acho um pouco bobo os personagens terem que exclamar o nome de seus poderes antes de usá-los, no entanto isso não me incomoda o suficiente para fazer-me dropá-lo. Precisas estar também ciente que se trata dos gêneros ação e aventura: Luffy e sua tripulação irão perambular de ilha em ilha, portanto, se preferes animes desenvolvidos em um cenário fixo, One Piece não é para você.

 

      Todavia, caro dreamer, convido-lhe a refletir: One Piece, embora seja uma das obras mais extensas da história, possui uma enorme fanbase e, não sei se alguma vez já percebestes, mas as pessoas que acompanham a série, em sua maioria, taxa One Piece como sua obra favorita, e garanto-te que não é a esmo. One Piece é o tipo de anime que faz-te apegar ao carisma e aos laços de seus personagens e te guia até cenas que fazem-te concluir: " é, valeu a pena ".

 

      Tendo isso em mente, a outra dúvida que nos surge é se é mais recompensador ler o mangá ou assistir o anime. Mesmo que eu seja redator de um site de animes, devo confessar que o mangá é indubitavelmente superior à sua adaptação, além de ter um ritmo mais dinâmico. Em contrapartida, em minha humilde visão, ler o mangá online é muito diferente de tê-lo em mãos, não traz a mesma sensação, e aposto que por causa do tamanho da obra, não estarias disposto a adquirir tantos volumes, por mais atentador que seja, pois somos, afinal, (quase) todos brasileiros, um povo sonhador, porém empobrecido.

 

      Logo, diante ao dilema, informo-lhe que nossa guerreira @TachibanaMei está reupando One Piece inteiro em HD! (atualmente já está no episódio 320) ^^

 

Clique aqui para assistir One Piece (legendado)

Clique aqui para assistir One Piece (dublado)

 

Um das primeiros AMVs da história de OP, tem menos spoilers que as openings de SNK


      Eu jamais me perdoaria se não finalizasse essa resenha homenageando nosso coleguinha @Luffi que fez um bom trabalho nesses últimos dois anos... Você fará falta meu amigo, juntamente com a Clarice-chan. ^^

 

“Quando você acha que as pessoas morrem? Quando elas são baleados no coração pela bala de uma pistola? Não. Quando eles são devastados por uma doença incurável? Não... É quando elas são esquecidas! ”- Hiluluk Doctor

 

person Sobre o Autor

Ciclista por paixão. Redatora por prazer. Garota tumblr nas horas vagas.

comment Carregando...


local_library Últimas Notícias